Archive for março \25\UTC 2009

Lucas R. Verde: lançado projeto para óleo de cozinha virar biodiesel

25 de março de 2009 – 08h21

O óleo de cozinha deixará de ir para o lixo, poluir o meio ambiente em Lucas do Rio Verde será reciclado e transformado em biodiesel. O projeto ‘de olho no óleo’, idealizado pela Fiagril, foi lançado ontem à noite, na câmara. O Serrivço Autônomo de Água e Esgoto (SAAE), a ADSEMN (Agência de Desenvolvimento Socioeconômico Médio Norte) e o Sicredi Ouro Verde são parceiros no projeto. O recolhimento do óleo será feito pelo SAAE, que vai repassá-lo diretamente para a Fiagril. A estimativa é de que o volume total em Lucas seja de 15 mil litros/mês, considerando que há 10 mil ligações de água (residenciais e comerciais) e que o consumo médio seja de 1,5 litros de resíduo de óleo saturado por mês. Seriam cerca de 180 mil litros/ano.

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O diretor de Qualidade e Desenvolvimento Humano da Fiagril, Edmar Nogueira da Rocha, representou o presidente Miguel Vaz Ribeiro e detalhou o projeto. O óleo, quando descartado incorretamente, é altamente prejudicial ao meio ambiente. Jogado na pia, permanece retido no encanamento, causando entupimento das tubulações das residências e do sistema de tratamento de esgotos. Se não houver um sistema de tratamento de esgoto, acaba se espalhando na superfície dos rios, represas, causando danos à fauna aquática, às populações ribeirinhas e das cidades abastecidas por essas águas. Jogado na terra ou em lixões, impermeabiliza o solo, favorecendo a ocorrência de enchentes e também penetra nas camadas mais profundas do solo, contaminando o lençol freático. Há estudos confirmando que apenas um litro de óleo de cozinha pode contaminar um milhão de litros de água, o que equivale ao consumo de uma pessoa por 14 anos.
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A iniciativa tem o objetivo de atingir escolas, residências, estabelecimentos comerciais e industriais do município para disseminar a conscientização sobre a necessidade de mudança de atitude e promover a forma correta de armazenar e recolher o resíduo de óleo saturado, prejudicial à saúde e ao meio ambiente.
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Um colaborador será contratado pela ADSEMN especificamente para atender este projeto e será adquirido veículo para o transporte do óleo. Todos os custos de manutenção mensal do projeto (colaborador e encargos, transporte e pagamento -recompra- dos cupons) serão ressarcidos pela Fiagril através de Nota Fiscal de Venda.
A Fiagril frá o pagamento e uma doação à Agência de Desenvolvimento no valor complementar ao custo até atingir o valor de mercado desse tipo de resíduo, estimado inicialmente em R$ 1,55, para utilização dos recursos em ações educativas e de apoio à preservação ambiental como distribuição de materiais informativos, produção de mudas de árvores nativas e atividades que contribuam para recuperar o equilíbrio do ecossistema.

Para efetivar a implantação do projeto, o SAAE será responsável pelo cadastramento das pessoas interessadas, distribuição e recolhimento dos recipientes usados para a coleta de óleo saturado, seja nas residências, comércios ou indústrias.

O recolhimento do óleo armazenado se dará em dias determinados mediante a troca por um cupom para cada dois litros entregues. Posteriormente, os cupons serão trocados por óleo de cozinha refinado pronto para o consumo na proporção de três cupons por litro nos estabelecimentos cadastrados como pontos de troca. Todos os estabelecimentos parceiros serão identificados como colaboradores da campanha de responsabilidade socioambiental.

Ainda como forma de incentivo para adesão à campanha, mensalmente serão feitos sorteios entre os alunos da rede escolar que terão como prêmio principal a abertura de 10 cadernetas de poupança do Sicredi no valor de R$ 300 para os ganhadores.

Fonte: http://www.sonoticias.com.br/mostra.php?id=84497

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Inventário de emissões de gases do efeito estufa do Estado de Minas Gerais

Minas Gerais é um Estado pioneiro na inserção da variável ambiental na formulação de suas políticas públicas. O Sistema Estadual de Meio Ambiente (Sisema), por meio da Fundação Estadual do Meio Ambiente (Feam), lançou o 1º Inventário Emissões de Gases do Efeito Estufa (GEE) de Minas Gerais.

Na execução do estudo foram considerados os principais gases causadores do efeito estufa, o dióxido de carbono (CO2), o metano (CH4) e o óxido nitroso (N2O). Foram calculadas as emissões das principais atividades econômicas do Estado: os setores de energia; processos industriais e uso de produtos; agricultura, florestas e outros usos do solo; e resíduos.

Tendo como base o ano de 2005, o estudo fornece informações para elaboração de cenários de curto e médio prazos relativos às emissões de GEEs que, juntamente com outros elementos de decisão, subsidiarão a proposição da Política Estadual de Mudanças Climáticas, em articulação com a Nacional e outras políticas públicas relacionadas. O prognóstico também servirá para estimular a adoção de práticas e tecnologias mitigadoras das emissões dos referidos gases.

A versão completa do primeiro inventário de gases de efeito estufa pode ser acessada através do link:

http://www.feam.br/index.php?option=com_content&task=view&id=526&Itemid=175

 

Fonte: www.feam.br

A verdadeira energia renovável

Com inovações tecnológicas – e um pouco de bom senso – é possível dar grandes passos rumo ao uso eficiente dos recursos que hoje se perdem pelo caminho eficiencia1
 
Imagem simulada de Masdar City: no deserto dos Emirados Árabes Unidos ficará o ambicioso projeto de eficiência energética
 
Por Luiza Dalmazo | 19.03.2009 | 16h28
 

Revista EXAME –

As fontes de energia mais comuns no mundo são quatro: petróleo, gás, urânio e carvão. Mas existe outra, conhecida como “o quinto combustível”, que sempre foi o patinho feio da história. Vem sendo deixada de lado há anos, mas tem potencial para se tornar um lindo cisne em tempos de preocupações com o meio ambiente. É um recurso limpo, barato, disponível e que reduz as emissões de carbono na atmosfera: a eficiência energética. Os primeiros passos nessa área foram dados durante a crise do petróleo, em 1973, mas não é preciso voltar tanto no tempo para entender do que está se falando. Aqui no Brasil a eficiência fez parte do dia-a-dia de cidadãos e empresas durante o apagão de energia de 2001. Muitas das práticas de economia aprendidas nas duas crises já foram incorporadas à rotina, e a economia não exige um esforço consciente. Mas é possível fazer muito mais. Com iniciativas para o aproveitamento adequado, a demanda esperada de energia elétrica pode cair até 38% no país na próxima década, o equivalente à geração de 60 usinas nucleares de Angra III ou à de seis hidrelétricas de Itaipu. “A economia poderia chegar a
33 bilhões de reais na conta nacional de eletricidade dos consumidores até 2020”, diz Karen Suassuna, analista do programa de conservação da organização não-governamental WWF-Brasil.

O primeiro ponto que precisa ser esclarecido quando se fala em economia de energia é que isso não significa abrir mão do conforto em casa. Também não quer dizer que será necessário reduzir a atividade econômica. Pelo contrário. A ideia por trás da eficiência energética é fazer o mesmo – ou mais – utilizando menos. Isso significa ter o bom senso de apagar a luz ao sair da sala, é claro. Mas o empurrão decisivo será dado com a adoção de novas tecnologias, como fez a rede varejista americana Wal-Mart. A empresa lançou há três anos um projeto ambicioso de redução das contas de luz em suas lojas em todo o mundo. As unidades brasileiras já registram quedas nos gastos de cerca de 15% em relação aos índices de 2005. “Mudamos desde os painéis do teto, para usar melhor a luz do sol, até as lâmpadas das geladeiras”, diz Elisabete Freitas, diretora de construção da rede. As lâmpadas a que ela se refere são as baseadas em diodos emissores de luz (LEDs, na sigla em inglês), que têm vida útil 50 vezes maior e consomem apenas um quinto da energia elétrica das incandescentes. No projeto da ponte Octavio Frias de Oliveira, um dos novos cartões-postais de São Paulo, a iluminação também utiliza a nova tecnologia, o que representa um custo 75% menor em comparação com as soluções tradicionais. Parece pouco quando se pensa nas lâmpadas de uma residência. Mas, tendo em vista que a iluminação é responsável por 19% de todo o consumo mundial de eletricidade, a substituição das lâmpadas incandescentes por LEDs é um passo enorme. “A iluminação passaria a responder por apenas 4% do consumo total”, diz Yoon Young Kim, vice-presidente da divisão de luz da Philips Brasil.

Plano arrojado

Alguns avanços são voluntários, como a substituição da iluminação pública, e outros ditados por regulamentação, como as metas impostas a fabricantes de eletrodomésticos de alto consumo, como geladeiras e aparelhos de ar condicionado. Há também um grande esforço em curso para racionalizar o uso de energia em edifícios, que podem responder por 40% do consumo nos países ricos, segundo a Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). Mas existem esforços que não buscam ganhos incrementais, e sim um olhar completamente inovador sobre a questão. A que talvez seja a ideia mais arrojada do mundo em eficiência energética vem do meio do deserto, mais precisamente dos Emirados Árabes Unidos. Batizado de Masdar City, o complexo que está sendo erguido em Abu Dhabi deve ser a primeira cidade 100% livre de emissão de dióxido de carbono. Com uma área de 6 000 quilômetros quadrados e uma população prevista de 50 000 habitantes, Masdar City quer ser um laboratório a céu aberto para experimentos com o uso racional da energia.

O plano é que Masdar use apenas 20% da eletricidade de uma cidade de tamanho comparável. A maior parte da energia virá do sol. Todo o lixo será reciclado, e o esgoto será convertido em combustível – que não será usado em carros, pois a ideia é que os deslocamentos sejam feitos em veículos movidos a eletricidade. O governo do emirado de Abu Dhabi quer que o empreendimento, avaliado em 15 bilhões de dólares, sirva de ímã para empresas que desenvolvem energia limpa. A GE já tem planos de se instalar na cidade, que terá um centro de pesquisas montado em cooperação com o Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT). Não deixa de ser irônico que o milagre de eficiência representado por Masdar City fique encravado na região que tem um dos maiores índices de consumo de energia per capita. A intenção dos árabes, porém, é aprender o máximo possível para um futuro em que o petróleo possa perder importância como fonte de energia. Outro objetivo do projeto é exportar para o resto do mundo o conhecimento aprendido com as novas técnicas desenvolvidas em Masdar.

A busca por eficiência energética também pode vir de lugares mais improváveis, como empresas de tecnologia da informação. Uma das ideias consideradas mais promissoras é a da chamada rede elétrica inteligente, ou smart grid, em inglês. Com a nova tecnologia, as empresas de distribuição teriam informação em tempo real sobre o uso de cada um de seus consumidores. De posse dessa informação, poderiam ser feitos melhor gerenciamento e convênios com os usuários para, por exemplo, oferecer descontos para quem concordar em ter o ar-condicionado desligado automaticamente em horários de pico. Os defensores da rede inteligente enxergam um futuro em que o serviço terá semelhanças com o de telefonia celular: quem usar a eletricidade em horários “nobres” pagará mais, e vice-versa.

Dotar de “inteligência” a rede elétrica não é um objetivo simples. Seria necessário distribuir sensores e chips num sistema antiquado, vasto e extremamente distribuído. Mas as pesquisas vão de vento em popa, e o plano é um dos pontos centrais da política energética do governo do presidente americano Barack Obama. Outra indicação do interesse das empresas do Vale do Silício no tema foi um recente anúncio do Google. O gigante da internet divulgou uma iniciativa batizada de Google Power Meter (medidor de energia). Trata-se de um software capaz de medir o uso de eletricidade de uma residência em tempo real, mostrando em um gráfico em que momentos do dia o consumo é mais alto e quais eletrodomésticos gastam mais. Por enquanto, o programa está apenas em teste – mas o fato de o tema do consumo responsável despertar o interesse de uma empresa como o Google já mostra o alcance da ideia da eficiência.

É claro que o interesse pela eficiência energética anda de mãos dadas com a atividade econômica. Com a desaceleração da economia mundial e a queda vertiginosa do preço do petróleo, é provável que o assunto não esteja no topo da agenda por algum tempo. Mas trata-se de um assunto que não poderá ser esquecido, como já ocorreu no passado. Um estudo do McKinsey Global Institute, braço de pesquisas da consultoria, indica que o uso mais racional da energia poderia garantir metade do esforço global de manter a concentração de gases de efeito estufa na atmosfera em um nível aceitável de 550 partes por milhão. Inovar – e ter bom senso com um recurso tão precioso como a energia – é hoje uma questão de sobrevivência para o planeta.

Resíduo é Energia – Seminário aponta alternativas para aproveitamento de resíduos

Nobres Leitores,

um pequeno release sobre o seminário Resíduo é Energia que ocorreu na FEAM.

Tivemos paletas relacionadas a gestão de resíduos sólidos com o enfoque da geração de energia a partir deste insumo.

Foram apresentados estudos sobre formas de tratamento de resíduos via biometanização (digestão anaeróbia), incineração e co-processamento. As palestras podem ser encontras no link http://www.feam.br/index.php?option=com_content&task=view&id=566&Itemid=128

 

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Esquema simplicado de uma planta de incineração

BELO HORIZONTE (19/03/09) – A fim de promover a discussão sobre as opções tecnológicas para o aproveitamento energético de resíduos sólidos urbanos na geração de energia elétrica e na produção de cimento, a Fundação Fundação Estadual do Meio Ambiente (Feam) promoveu, nessa quarta-feira (18), o seminário Resíduo é Energia.

Cerca de 200 pessoas assistiram ao evento que teve a participação do pesquisador do Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação (coppe) da Universidade Federal do Rio de Janeiro, professor Luciano Basto Oliveira e do gerente de tecnologia da Associação Brasileira de Cimento Portland, professor Yushiro Kihara.

Na abertura do seminário, o presidente da Feam, José Cláudio Junqueira, ressaltou a importância do evento e destacou o fato de o Governo de Minas ter sancionado a lei Estadual de Resíduos Sólidos. “Nosso desafio, agora, é regulamentá-la, especificando os vários tipos de resíduos”, afirmou.

Ele destacou, ainda, que de acordo com o Projeto Estruturador Resíduos Sólidos, coordenado pela Feam, 60% da população deverá ser atendida por sistemas adequados de disposição final de resíduos sólidos urbanos até 2011. “Para atingirmos essa meta, buscamos a inovação”, disse Junqueira. “Começamos a discutir o projeto Resíduo é Energia, que faz parte do Estruturador”, explicou.

De acordo com o presidente da Fundação, para atingir tal meta será preciso buscar novas alternativas para destinação do lixo urbano que não os aterros sanitários. “Sabemos que para atingi-la vamos ter que fazer uso do co-processamento dos resíduos sólidos. Para nós o desafio este ano é iniciar esse co-processamento em fornos de cimento”, afirmou.

Para Luciano Basto, o evento mostra o compromisso do Governo em solucionar o problema dos resíduos sólidos urbanos gerados no Estado. “Os resíduos devem ser entendidos como fonte de energia a fim de encontrar uma equação favorável do ponto de vista ambiental, econômico e social”, disse.

Já Yushiro Kihara destacou o co-processamento como uma tecnologia de destinação final de resíduos em fornos de cimento que não gera novos resíduos e contribui para a prevenção dos recursos naturais. No entanto, ele destacou que é preciso enfrentar alguns desafios para que o trabalho funcione. Dentre eles estão a elaboração de legislação específica que regulamente o co-processamento, a participação efetiva dos municípios no processo e o incentivo a fim de que eles adotem soluções mais sustentáveis para a destinação dos resíduos e o equacionamento econômico dos instrumentos necessários com as tecnologias existentes.

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Um digestor da tecnologia Kopmpogas

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/detalhe_noticia.php?cod_noticia=24598

Eructações bovinas ajudam a estudar mudança climática

Roubaram a minha idéia, mas pelo menos colocaram um tanque fashion nas pobres coitadas…

Por Sabrina Domingos, do Carbono Brasil

Cientistas argentinos instalaram tanques de plástico nas costas de vacas para coletar o gás metano emitido pelo arroto desses animais. A idéia é estudar o aquecimento global a partir desse experimento. Os pesquisadores dizem que lento sistema digestivo das vacas faz com elas produzam metano – gás com 21 vezes mais poder de aquecimento global do que o dióxido de carbono (CO2), mas que recebe menos atenção pública.

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Em todo o mundo cientistas estudam a quantidade de metano emitida pelos arrotos de vacas, mas os pesquisadores da Argentina dizem que precisaram elaborar um método único. Eles instalaram um tanque vermelho de plástico nas costas de uma vaca e o conectaram ao estomago do animal por meio de um tubo. Com isso, conseguem seqüestrar e analisar os arrotos bovinos.

“Quando obtivemos os primeiros resultados, ficamos surpresos. Cerca de 30% do total de emissões de gases do efeito estufa da Argentina podem ser gerados pelas vacas”, afirma Guillermo Berra, do Instituto Nacional de Tecnologia Agrícola.

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Uma das maiores produtoras de carne, a Argentina possui cerca de 55 milhões de cabeças de gado nos seus famosos pampas. Berra explica que os pesquisadores nunca imaginaram que uma vaca de 550 quilos poderia produzir entre 800 e mil litros de emissões por dia. Pelo menos 10 vacas estão sendo analisadas, inclusive algumas confinadas, cujos arrotos são coletados por balões amarelos presos no teto.

Agora os cientistas trabalham para desenvolver novas dietas que tornem a digestão das vacas mais fácil, trocando grãos por plantas como alfafa e trevos. Os estudos preliminares mostraram que é possível reduzir as emissões de metano em 25%, afirma Silvia Valtorta, do Conselho Nacional de Investigações Científicas e Técnicas.

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Aplicando aqui

Matheus Alves de Brito, sócio-diretor da consultoria ambiental MundusCarbo, afirma que o estudo argentino pode ser especialmente interessante para o Brasil, já que possuímos o maior rebanho bovino do mundo, estimado em mais de 200 milhões de cabeças – conforme dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

“No entanto, coletar os gases que saem de dentro de um bovino é um método invasivo e caro. E dificilmente créditos de carbono serão reivindicados no curto prazo por esse tipo de captura de metano, pois não existe qualquer projeto parecido com esse em curso, tampouco existe metodologia para geração de créditos a partir do Mecanismo de Desenvolvimento Limpo da ONU ”, esclarece.

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Ainda assim, Brito ressalta que as medições diretas permitidas pelo estudo serão úteis para desenvolver uma alimentação que produza menos metano, já que, dado o tipo de digestão dos bovinos, a sua produção é inevitável. “Neste caso, a modificação da alimentação poderia sim vir a gerar projetos de carbono”, conclui.

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* Com informações da Reuters.

(Carbono Brasil)