Resíduo é Energia – Seminário aponta alternativas para aproveitamento de resíduos

Nobres Leitores,

um pequeno release sobre o seminário Resíduo é Energia que ocorreu na FEAM.

Tivemos paletas relacionadas a gestão de resíduos sólidos com o enfoque da geração de energia a partir deste insumo.

Foram apresentados estudos sobre formas de tratamento de resíduos via biometanização (digestão anaeróbia), incineração e co-processamento. As palestras podem ser encontras no link http://www.feam.br/index.php?option=com_content&task=view&id=566&Itemid=128

 

Valeu

 incinersu1

Esquema simplicado de uma planta de incineração

BELO HORIZONTE (19/03/09) – A fim de promover a discussão sobre as opções tecnológicas para o aproveitamento energético de resíduos sólidos urbanos na geração de energia elétrica e na produção de cimento, a Fundação Fundação Estadual do Meio Ambiente (Feam) promoveu, nessa quarta-feira (18), o seminário Resíduo é Energia.

Cerca de 200 pessoas assistiram ao evento que teve a participação do pesquisador do Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação (coppe) da Universidade Federal do Rio de Janeiro, professor Luciano Basto Oliveira e do gerente de tecnologia da Associação Brasileira de Cimento Portland, professor Yushiro Kihara.

Na abertura do seminário, o presidente da Feam, José Cláudio Junqueira, ressaltou a importância do evento e destacou o fato de o Governo de Minas ter sancionado a lei Estadual de Resíduos Sólidos. “Nosso desafio, agora, é regulamentá-la, especificando os vários tipos de resíduos”, afirmou.

Ele destacou, ainda, que de acordo com o Projeto Estruturador Resíduos Sólidos, coordenado pela Feam, 60% da população deverá ser atendida por sistemas adequados de disposição final de resíduos sólidos urbanos até 2011. “Para atingirmos essa meta, buscamos a inovação”, disse Junqueira. “Começamos a discutir o projeto Resíduo é Energia, que faz parte do Estruturador”, explicou.

De acordo com o presidente da Fundação, para atingir tal meta será preciso buscar novas alternativas para destinação do lixo urbano que não os aterros sanitários. “Sabemos que para atingi-la vamos ter que fazer uso do co-processamento dos resíduos sólidos. Para nós o desafio este ano é iniciar esse co-processamento em fornos de cimento”, afirmou.

Para Luciano Basto, o evento mostra o compromisso do Governo em solucionar o problema dos resíduos sólidos urbanos gerados no Estado. “Os resíduos devem ser entendidos como fonte de energia a fim de encontrar uma equação favorável do ponto de vista ambiental, econômico e social”, disse.

Já Yushiro Kihara destacou o co-processamento como uma tecnologia de destinação final de resíduos em fornos de cimento que não gera novos resíduos e contribui para a prevenção dos recursos naturais. No entanto, ele destacou que é preciso enfrentar alguns desafios para que o trabalho funcione. Dentre eles estão a elaboração de legislação específica que regulamente o co-processamento, a participação efetiva dos municípios no processo e o incentivo a fim de que eles adotem soluções mais sustentáveis para a destinação dos resíduos e o equacionamento econômico dos instrumentos necessários com as tecnologias existentes.

anaerobic-digestor

Um digestor da tecnologia Kopmpogas

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/detalhe_noticia.php?cod_noticia=24598

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One response to this post.

  1. Posted by jackson on 25/09/2009 at 10:27 pm

    ñ li todo o assunto mas tenho 1 trabalho pra apresentar sobre co processamento se puder me da uma força entre em contato

    Responder

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